Mutualidade

“Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas.” (I Pedro 4.10)
Amados, neste ano estaremos dando ênfase ao tema; “Mutualidade – O Coração da Igreja”. Este assunto de extrema relevância para a vida da igreja tem como base a revista “Mutualidade – O Coração da Igreja” elaborada pelo Pr. Walfredo Ferreira de Medeiros e apresentada pelo Pr. Carlos Pinheiro Queiroz.
A mutualidade consiste na nossa interdependência. É o modo como o Senhor especifica o relacionamento direto ou indireto de uns para com os outros. O Novo Testamento mostra bem claro e detalhado o que significa a mutualidade entre os Cristãos, pois traz em seu conteúdo vinte e cinco ordens: umas diretas, outras indiretas, as quais determinam como devem ser as relações mútuas entre os santos. Tudo aquilo que, reciprocamente, devemos fazer ou deixar de fazer e por isto, estas ordens podem ser identificadas como “Mandamentos Recíprocos” do Novo Testamento”.
Há uma música antiga que diz: “Não posso viver sem você, meu irmão; não posso viver sem você. Você faz parte do Corpo, não posso viver sem você. Eu quero te amar mais e mais, meu irmão; eu quero te amar mais e mais. Você faz parte do Corpo, eu quero te amar mais e mais”.
A Igreja é um organismo com vida própria. É o Corpo de Cristo. Ele é a cabeça. Temos Sua mente e Seu Espírito. A igreja sou eu e você. É na Igreja (em nós) que o Espírito Santo atua. Ele nos constituiu templos, moradas Sua. Por isso, amar uns aos outros, acolher, cuidar, sujeitar-se, suportar, confessar os pecados e perdoar uns aos outros são evidencias concretas da transformação em nova criação, efetuada pelo poder de Deus em nossa vida.
Nosso anelo para 2011 é na esperança de que em sua despedida possamos olhar para trás e termos aprendido mais a obedecer ao Senhor, nosso comandante, nosso Guia e Salvador; e vermos em nós o cumprimento do texto bíblico que diz: “Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo (Efésios 4.15).
Que Deus nos abençoe. Amém!
Pr Gerson Salustre

